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Custo financeiro vs custo biológico

Um assunto muito pertinente ao nosso dia a dia no consultório e que sempre trazemos às conversas sobre as opções de tratamento com os pacientes, é observar, além do custo financeiro, a relação do custo biológico envolvendo a terapêutica a ser empregada.

A importância disso se dá ao zêlo que a odontologia moderna têm em trazer o melhor benefício da forma menos invasiva o possível ao paciente.

Ou seja, muitas vezes alguns procedimentos podem apresentar um custo financeiro maior ao paciente, porém apresentando um custo biológico menor, seja devido à sua biocompatibilidade, mecanica de funcionamento, materiais empregados, etc. Nós, como profissionais da saúde, sempre buscamos esse maior custo x benefício para os nossos pacientes, o que pode nem sempre significar a solução mais simples ou de menor custo.

Com isso em vista, nós gostaríamos de colocar esse assunto em pauta e convidá-los a também pensar dessa forma ao se deparar com diferentes opções de tratamento, não apenas na odontologia, mas em qualquer situação que envolva saúde.

Outro aspecto importante que pode influenciar bastante a escolha dos pacientes é o quanto ele efetivamente sabe sobre cada tratamento proposto, principalmente pensando a longo prazo. Hoje em dia, com os avanços na medicina ocorrendo à passos largos, nossa expectativa de vida também aumenta. É extremamente importante o paciente ter plena consciencia de que suas decisões de hoje podem envolver direta ou indiretamente sua vida no futuro. Por tanto, pensar no prognóstico a longo prazo é uma das variáveis mais importante dessa equação!

São conceitos simples que podem ajudar muito a comunicação entre o profissional e o paciente, trazendo grandes benefícios à ambos. E é claro que eu não poderia terminar esse artigo sem tocar no que acredito ser o ponto crucial desse tópico: prevenção.

Sabe aquele ponto que o seu cirurgião-dentista sempre martela em cada finalização de tratamento sobre o acompanhamento de 6 em 6 meses, ou pelo menos 1x ao ano, para a realização de uma profilaxia? Pois então, não é atoa! E essa carta é o grande coringa da questão por um motivo simples: ao comparecer ao consultório odontológico conforme o postulado pelo profissional, é muito mais fácil a identificação de enfermidades em seu estágio inicial, como por exemplo uma cárie, a formação de tártaro, etc; permitindo que o profissional atue prontamente, prevenindo maiores perdas ao paciente (como por exemplo, a progressão da cárie até chegar à polpa do dente, tornando necessário a realização de um tratamento de canal.) Com isso, o custo biológico é muito menor, assim como o custo financeiro! Afinal de contas, uma restauração simples tende a ser mais barata do que um tratamento de canal e uma restauração ou prótese.

Então, repito: prevenção é a chave para uma boa saúde, além de ser muito menos onerosa financeiramente! Invista nisso!

E você, o que acha desse assunto? Caso seja um profissional da saúde, você também tem essa dinâmica ao discutir diferentes propostas de tratamentos para os seus pacientes?

 

Felipe Peloggia

Cirurgião-dentista e sócio-fundador da INTEGRA Odonto SJC. Escreve sobre tudo o que envolve o dia a dia dentro e fora do consultório odontológico. Atua como clínico-geral, com ênfase em cirurgia, prótese e estética dentro da reabilitação oral.

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